sexta-feira, 4 de outubro de 2013

No espelho essa cara não é minha

Manuel Bandeira do dia

  Assim eu quereria meu último poema
Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais
Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas
Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos
A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.


A PM e seu flagrante despreparo