quarta-feira, 19 de março de 2014

E Boa Noite!





Não é provocação com a torcida do Galo!

 E sim um coração eternamente apaixonado

Sou Fã do Filho. Também gosto do Pai

Fernando Rocha : A vida nao é filme: Eu entendi.  A vida não é filme.  Mas e se fosse? Você conseguiria ser forte o bastante? Aquela musica tocando no final de tarde na...

Biblioteca Básica



Está pronta a biografia de um dos maiores técnicos que o futebol brasileiro já teve. Escrita pelo ótimo Maurício Noriega, com quem tive o prazer de trabalhar no Sportv, esse é mais um daqueles volumes da biblioteca básica dos amantes do esporte nacional.
Veja só o que o "Papa" André Ribeiro escreveu sobre a obra:


Um livro pra lá de obrigatório na literatura esportiva. Finalmente, Oswaldo Brandão, um dos maiores técnicos do futebol brasileiro, recebe merecida biografia escrita por outro craque, Mauricio Noriega.


Olha a sinopse e corra pra livraria:

Paizão, descobridor de talentos, disciplinador, Oswaldo Brandão foi um dos maiores técnicos do futebol brasileiro do século XX. Ganhou inúmeros títulos e marcou especialmente a trajetória dos grandes rivais paulistas Corinthians e Palmeiras. Foi o técnico que mais vezes comandou ambos os times. Pelo Palmeiras, conquistou três campeonatos brasileiros e quatro paulistas e liderou a equipe na fase áurea da chamada “academia de futebol”. No Corinthians, ganhou dois paulistas, sendo que um deles (de 1977) encerrou um dramático jejum de 23 anos.


Também atuou na Argentina e no Uruguai e teve passagem de destaque pela seleção brasileira, embora nunca tenha ido a uma Copa do Mundo. Com a narrativa brilhante do jornalista e comentarista esportivo Maurício Noriega, entramos no mundo pessoal e profissional deste personagem marcante na crônica esportiva do país.

Crime e Castigo



A cena de desperdício aconteceu há pouco na Praça Benedito Calixto em São paulo. A cidade que tem pouco mais de 10% de água em seus reservatórios "sobrevive" com cidadãos que desrespeitam até as leis da vida. É por essas e outras que o paulistano merece a cidade caótica em que vive.