terça-feira, 28 de outubro de 2014

SIM!


 

Boa Presidente!

Hoje no Jornal da Band Dilma disse que vai voltar a propor ao Congresso a consulta popular sobre uma reforma política.
“Todos defendem a consulta popular”. “Seja na forma de referendo ou plebiscito. Eles desaguam em uma Assembleia Constituinte. Acho muito difícil não ser uma discussão interativa. Não sei a forma que vai ser, mas acho difícil não ser com consulta popular” disse ao querido Ricardo Boechat em Brasília.

Acho ótimo, afinal quase oito milhões de brasileiros assinaram o pedido de reformas com consulta popular.

Respeitem!

No SBT ela também tratou do tema alegando que o que importa é o conteúdo das propostas.
Bom também.

No JN da Globo chamaram  a matéria dizendo que a proposta era da Presidenta! Não queridos, é do povo!
Já os parlamentares são contra, claro. Se dizem no direito de discutir o tema alegando legitimidade de terem sido escolhidos em eleição.
Eles preferem um referendo. Pode ser. Afinal o tema é complexo e tal. Mas prefiro que uma comissão popular esteja presente na discussão com direito a voto e veto.
E temas como Reeleição e voto obrigatório podem sim aparecer num plebiscito. Já a discussão sobre representatividade como voto distrital, distrital misto entre outros assuntos podem ser discutidos no Congresso e depois ser referendado.


Está pautado.

De envergonhar todos os homens!


E um beijo de amor me fez canção...





Janine Mathias.
Brasiliense radicada em Curitiba! Bela voz!
E o Teatro Paiol é o máximo!!

Ali, a belezanatural


segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Reforma Brasil!



A Ressaca eleitoral ainda nem passou e aproveitando esse “calor cívico” para pedir aos meus (e)leitores que a partir de agora cobrem do Congresso Nacional as mudanças que o País precisa. 
As reformas política e fiscal são as mais urgentes e as mais difíceis também.
Mas para quem bradou com veemência nas redes sociais e também para a “nova casta” dos ativistas de teclado me parece que a função é passível de ser concluída. E só não foi feita até agora porque essa gente tão politizada “não se ateve” nas suas responsabilidades. Mas agora o fará. Espero.

Por isso o pedido. Da pressão por estas mudanças.
Porém, quero ver enfrentar esse Congresso repartido por policiais, fazendeiros e pastores...
Uma turma que sempre foi contra essas reformas.
E quando não está de acordo abusa da força e do poder para defender seus interesses, como na última noite em que um dos “relevantes” líderes da bancada da bala vociferou nas redes sociais sua raiva contra a reeleição de Dilma, propondo a separação do País “culpando” o Norte e o Nordeste do Brasil pela vitória petista. Esquecendo ou mesmo sem saber que A Presidenta teve mais votos do lado de cá do que de lá...

Resumindo a ópera queridos amigos: agora temos que ir pra cima do Congresso –aquele que não nos representa- e pressionar pelas reformas fiscal e tributária, só assim caminharemos rumo à mudança que tanto precisamos. Senão, vai continuar como está: um sistema tributário arcaico, engessado, burocrático e que tira mais de quem tem menos. Por isso eles são contra. E só ver o que a mídia faz quando vem á tona a discussão para taxar as grandes riquezas. As elites ficam descontroladas.
É também necessário mudar a forma de se fazer política neste País.
Das eleições aos mandatos, da representatividade ao sistema em si. Não tem cabimento votos secretos, aposentadorias com dois mandatos e outras mamatas.
Não se pode conviver com financiamentos de campanhas em negociações sórdidas ou a escolha de suplentes que não representam partidos ou ideologia alguma.

Mas há algo tão importante quanto. Uma das maiores gritas da sociedade é contra a impunidade. E aí é a grande questão. Dos três poderes constituídos a gente consegue fiscalizar o Executivo e o Legislativo. Já o judiciário....
Esse, não se permite. E ameaça com todas suas forças.
Fez assim com todos os governantes que “ousaram” pedir fiscalização e transparência. Lembram-se do que Eliane Calmon disse ao assumir o Conselho Nacional de Justiça?
- Bandidos de Toga.
Mesmo com tanta coragem, ela pouco conseguiu avançar em questões primordiais no poder Judiciário.
Pra mim essa é a grande caixa de pandora do atraso brasileiro. Afinal, convenhamos, se dá pra se indignar com uma Bolsa Família de 70 reais imagine com o bolsa moradia de mais de quatro mil reais aos juízes...


Cartas para a Redação.