quinta-feira, 23 de abril de 2026
Assim é o partido da imprensa golpista
A mídia corporativa opera com silêncio para blindar o extremismo - sem pudor ou limite, é descarada.
Da Argentina, esconde a miséria absoluta de fome, empobrecimento e degradação social imposta por Milei, o pet de genocidas.
A ocultação protege o ultraliberalismo para poupar o desastre econômico preparado por Flávio Bolsonaro contra o Brasil.
Observem o sumiço do país vizinho do noticiário da TV - sobretudo global - sempre “atento” às crises na Venezuela, Cuba etc.
De SP, a falência inequívoca da segurança pública cometida pelo bolsonarista Tarcísio virou órfã de um acaso inexplicado.
O nome do governador - cercado por facções - é omitido para impedir a conexão óbvia com a inação bolsonarista no poder.
Do Congresso, parlamentares extremistas são sistematicamente livrados de suspeitas relacionadas a corrupção e outros crimes.
A cobertura superficial e anódina despreza a ligação com Vorcaro, com o bando do INSS, com esquemas de emendas para bloquear a percepção sobre o modo de ação da direita.
A Flávio, a mídia normaliza o silêncio sobre as suspeitas criminosas e a associação com personagens do submundo da milícia para tornar palatável o novo antilula do mercado.
Não são apenas fake news e distorções o método de atuação de uma mídia aderente ao extremismo contra um governo popular.
O silêncio fala - até mais alto.
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