sábado, 23 de fevereiro de 2013

Em busca da vitória




Não tem chororô nem meias verdades. O Coritiba é o favorito e tem a obrigação de vencer o clássico deste domingo. Joga em casa, tem um time mais azeitado (apesar de ser fraco o elenco), sem falar que o adversário deve vir com um time Sub23.
Como o Tetra é obrigação. Esses dois últimos clássicos do turno tem que ser pra valer. Jogar o que sabe. E aí se impõe e ganha. Agora se jogar o que vem jogando, se se acovardar ante a primeira dificuldade, não vence o Londrina no Café. Amanhã, no Couto Pereira, qualquer outro resultado senão a vitória coritibana será uma zebra.

Sobre as deliciosas discussões betequis envolvendo um clássico, brindo-os com mais um texto genial de Augusto Mafuz.  

Abraço apertado
Por engano, o gabinete da presidência do Coritiba me telefonou. Aproveitei e mandei um recado: abraço ao presidente Vilson Ribeiro de Andrade, cercado por uma triste surpresa no Atletiba. Mas aí, perguntei-me: há surpresa em resultado de Atletiba?

A paixão por um time cria, às vezes, inusitada esperança, tendo como origem, também, velhos princípios ditados pela arquibancada. Há um que usamos como escape para eventual inferioridade. É quando se trata de um jogo clássico, cuja história, podendo ser contada em lenda, afasta o elemento lógico a sugestão de favoritismo que decorre da superioridade técnica.

Pergunto: quem de nós não defendeu a paixão com o amparo do principio “clássico é clássico”. Esse principio tem quase tudo de sentimento, reduzindo-se ao mínimo a razão. Em clássicos da natureza do Atletiba, raras vezes o melhor time perdeu. No máximo, apenas, deixou de ganhar, fazendo o empate no seu fundo moral soar como um fracasso. O melhor time só perde ou deixa de ganhar se jogar mal ou, então, por um fato imprevisível.

Dirão que há um elemento objetivo nesse principio “clássico é clássico”: a entrega física e emocional ao jogo, capaz de levar um time inferior além do equilíbrio. No entanto, há um principio superior a esse ou a todos os outros: um time pode correr, marcar, suar e ir à exaustão. Mas chega um momento que precisa ter qualidade para ganhar.

Saio da tese e vou para a prática: as diferenças entre Coritiba e Atlético para esse Atletiba está mais em fatores tradicionais do que de técnica e individual. O Coritiba é favorito porque joga no Couto, com a sua torcida. Embora tenha jogadores mais experientes, não está jogando ao ponto de criar uma franquia de favoritismo escancarado.

A única diferença pode ser Alex. Desde que ele resolva estrear.


Efabulativo

E o maledeto JMalucelli hein...não serve pra nada mesmo a não ser para nos atrapalhar. Ajudar, nunca! Ô dissidência mardita...

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