sábado, 30 de março de 2013

Lolla pra Loser



Pulei esse LollaPalooza por causa do plantão e pela falta de reais atrativos, como foi o Foo Fighters na última edição. 
Claro que Pearl Jam é massa, que o Queens é muito bom.... 
Pela TV assisti e gostei muito do show do The Killers, mas não me arrependo de não ter ido. Ao saber dos relatos de colegas que foram cobrir o evento e de outros amigos que foram em busca de diversão vi que pela TV foi bem melhor.
Pra variar a infraestrutura não correspondeu.
E o clima não ajudou.
O resultado desse binômio: filas, desorganização, muita lama e sujeira.
De novo.
E semana que vem tem o The Cure lá no temido Anhembi.
Valha-me Deus!

Separei aqui o relato de dois dos maiores portais do Brasil sobre o evento. Infelizmente eles comprovam a falta de qualidade nos serviços prestados ao consumidor que paga preços exorbitantes por uma entrada nos espetáculos e recebe um péssimo tratamento.


O CERTO E ERRADO do UOL

Acertos
1 Pontualidade das bandas
2 Sinalização
3 Show do The Killers
4 Kidzapalooza
5 Telões grandes e em maior nº

Erros
1 Retirada e compra de ingressos
2 Som do palco Butantã
3 Lama e mau cheiro
4 Filas nos banheiros e bares
5 Clima: sol forte, chuva e frio

O Terra falou assim:

O que deu certo

Pontualidade - organizadores de festivais - praticamente todos - acertaram definitivamente em relação aos cronogramas com as bandas. No Lollapalooza 2013 não foi diferente. Bandas rigorosamente no palco em seus horários e todos puderam se organizar para assistir aos shows sem problemas.

Killers - Na terceira passagem pelo Brasil, a banda de Brandon Flowers apostou nos seus hits e "entrou em campo" com o jogo praticamente ganho. O grupo de Las Vegas fez um setlist compacto, certeiro e comprovou que a maior parte do público estava lá para vê-los.

O que deu errado

Lama - A lama se tornou a grande vilã do dia de abertura do festival. Se em Glastonbury a lama é um grande acontecimento para os fãs, no Jockey Club atormentou muita gente ao dificultar a movimentação entre os palcos e criou verdadeiras armadilhas para quem se arriscava a andar no escuro e acabava com os pés afundados nas gigantes poças que aumentaram ao longo do dia.

Filas - Setores de alimentação, bebidas e banheiros sofreram com grandes filas logo no fim da tarde, quando a maior parte do público se aglomerou. Na entrada dos sanitários femininos, uma garota chegou a reclamar da espera de 30 minutos e da sujeira: "pensa em um lugar que você nunca quer ir".

Cake e Flaming Lips - A primeira banda sofreu com o som baixo e a interferência das batidas da tenda eletrônica que atrapalharam o áudio na parte final da pista. Já o grupo de Wayne Coyne mostrou uma apresentação bem menos "festeira" do que o habitual dando um tom mais introspectivo ao show. Só ganharam o público ao lembrar baladas como Yoshimi Battles the Pink Robots e Do Your Realize?.

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