Não sou bom de despedidas. Sempre saio à francesa.
Às vezes pode ser deselegante, eu sei.
Mas é por pura preservação.
Hoje é meu último dia desta primeira fase aqui.
Gratidão.
Vou usar as palavras que um colega acaba de postar ao sair de uma renomada revista:
"Há despedidas que não encontram tradução. O que falar diante de um amigo que se muda para bem longe, um amor que morre, um projeto querido que se interrompe? Às vezes, o melhor - o mais preciso e eloqüente - é dar adeus em silêncio".
Gratidão!
Até Breve!
Às ordens.
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