Esse é o ponto central da polêmica: ao trazer 4 mil
médicos de Cuba, o governo brasileiro está sinalizando que sua estratégia para
suprir as deficiências da saúde nos lugares mais pobres vai se basear no
atendimento preventivo, que reduz sensivelmente os custos do sistema e diminui
a dependência em relação às empresas do setor farmacêutico.
vale o click: http://www.observatoriodaimprensa.com.br./news/view/o_que_move_as_entidades_medicas
Nenhum comentário:
Postar um comentário