Quando vazaram os áudios da conversa escabrosa entre Temer e Joesley (“Tem que manter isso aí”), a Folha contratou perícia para desacreditar a gravação e poupar Temer, o golpista da vez.
Quando bolsonaro se elegeu com o principal opositor ilegalmente preso, a Folha inaugurou um blog batizado de “saída pela direita”, para tecer loas à alienação golpista alçada ao poder.
A Folha topou publicar - na capa e sem provas - uma ficha falsa para rotular Dilma como terrorista - e robustecer o movimento golpista, claro.
Tudo sob a memória dos anos de ditadura, quando carros da Folha eram cedidos aos golpistas de então, o passado registra.
Não é de espantar o desespero do jornal, agora, com a denúncia implacável contra o golpista do momento, preposto ideológico para operar a filosofia cara ao jornal.
A revolta da Folha é, aliás, termômetro às avessas da democracia - se o jornal e os golpistas estão de um lado, o Brasil e a realidade se unem do outro.
Quem prova é a história.
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