#Rejeição
A prefeita de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, Adriane Lopes (PP) consolidou, ao longo de sua gestão, um plano de poder que entregou as chaves da capital sul-mato-grossense à cúpula da Igreja Assembleia de Deus Missões (IADMCG).
Porém, o domínio de 12 pastores sobre setores estratégicos e um orçamento de R$ 6,9 bilhões não foi suficiente para conter o descontentamento das ruas: Adriane é a gestora municipal do Brasil mais rejeitada entre as capitais.
Pesquisas realizadas em 2026 pelo instituto Ranking Brasil Inteligência indicam que a gestão é reprovada por 90% da população. Além disso, anteriormente os levantamentos dos institutos AtlasIntel e Veritá já haviam classificado a administração da prefeita Adriane Lopes (PP) como a menos aprovada entre capitais.
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