segunda-feira, 18 de maio de 2026

Não precisa subir a montanha com os “Legendários” ou comprar um curso do ator Juliano Cazarré para aprender a ser homem. Basta olhar para a história do pedreiro Joilson Santos, de 54 anos, que enfrentou preconceitos para participar das aulas de balé das filhas autistas.

O trabalhador dividia o tempo entre as obras e o estúdio de balé no Centro Cultural Maestro Miro, em Feira de Santana (BA). Ele chegou a participar de uma apresentação junto com as meninas e chamou atenção da plateia, já que era o único pai dançando.

Nas redes sociais e até na vizinhança, ouviu insultos e frases como “vira homem”. Como se apoiar as próprias filhas não fosse uma das formas mais dignas de coragem e masculinidade.

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