Só piora. 1-O tão referido “contrato” para o filme não existe. Nunca existiu. Era somente um acerto entre corruptos. 2-O fundo não foi criado para o filme. É somente uma conta do advogado de Eduardo, que existia desde 2020 no Texas. 3-“Queríamos fazer um filme sem dinheiro público.” Mentira. Só da prefeitura de SP e de emendas parlamentares, foram R$ 120 milhões. Um lamaçal!
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