Vale notar o contraste: a fala aconteceu dentro do G7, rodeada de líderes europeus mais acostumados à tutela americana. Que parecem dispostos a engolir calados até as ofensas que Trump faz contra a própria Europa. O Brasil, fora desse círculo de subserviência histórica, foi o único a responder à altura.
Soberania não se negocia.
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