quarta-feira, 17 de junho de 2026

Trump chamou o Brasil de "país perigoso politicamente". Lula respondeu na lata: "Não se metam nas eleições do Brasil. São um problema do Brasil, como as americanas são problema dele." E foi direto: a postura do americano foi desaforada, e ele "ainda continua agindo como imperador".
Vale notar o contraste: a fala aconteceu dentro do G7, rodeada de líderes europeus mais acostumados à tutela americana. Que parecem dispostos a engolir calados até as ofensas que Trump faz contra a própria Europa. O Brasil, fora desse círculo de subserviência histórica, foi o único a responder à altura.
Soberania não se negocia.

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