A obra colocou a fome, o racismo, a pobreza e a vida da população favelada no centro do debate nacional.
Carolina escreveu aquilo que muita gente não queria ouvir e deixou registrado:
“Duro é o pão que nós comemos. Dura é a cama que dormimos. Dura é a vida do favelado.”
66 anos depois, a frase continua atual. E o livro continua sendo uma das obras fundamentais para entender o Brasil pela perspectiva de quem viveu a margem.

Nenhum comentário:
Postar um comentário