segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Acredite! É Duka

Marcelo D2 - Pode Acreditar (Meu Laiá Laiá) from Mauricio Campos on Vimeo.

Essa veio dos Cananéicos

Final de semana recheado de boas imagens e fatos interessantes. Não escrevi ontem por conta da data especial: os 25 anos do título d Campeão Brasileiro do Coritiba FC. Acredito que apenas o post relativo á efeméride era o bastante para o dia.

Isto posto, meu nobre (como diria Abrelino Gomes), começo com a vitória do Santos sobre o Prudente. O time que já jogou com nome de Barueri perdeu dois pênaltis e o Santos venceu com dois golaços pra pegar ainda mais moral pra ser Campeão da Copa do Brasil depois de amanhã contra o Vitória no Barradão.

As três defesas do ex goleiro CoxaBranca Fernando, que hoje defende Vasco, fez-nos lembrar de Rodolpho Rodrigues. Muito reflexo e lances memoráveis.

Na rodada de clássicos o melhor foi o mineiro, pena que a massa cruzeirense não viu, pois o embate só teve torcida do Galo em Sete Lagoas. As pixotadas da zaga do Goiás fizeram bem por merecer perder de quatro do Avaí.

Talvez o melhor da rodada tenha sido mesmo a derrota do CAP pro Flu: os cariocas estão na liderança e nossos fregueses somaram a sétima derrota. Enquanto isso no calvário da B, o Coritiba lidera o certame e enfrenta o Paraná, sábado, na Vila Capanema.

Ouro de Tolo

A comemoração exagerada de uma bela ultrapassagem de Rubinho sobre Schumacher me faz lembrar o quanto estamos pobres de conquistas, pilotos, corridas... Foi legal, mas é tão irrisório prum país que detém oito títulos mundiais.

sábado, 31 de julho de 2010

Bodas de Prata da Taça de Ouro

Meninos Eu Vi

Foi uma das maiores emoções da minha vida ver o Coritiba Campeão Brasileiro em 1985. Até hoje consigo sentir a atmosfera do Maracanã. Aquela sinergia dos mais de cem mil presentes naquela noite é inesquecível. Lembro que a maioria no estádio torcia pelo Bangu. Embalados pelo Samba-enredo: Ziriguidum 2001, Carnaval Nas Estrelas - da Mocidade Independente de Padre Miguel-, campeã do carnaval carioca daquele ano, a última quarta-feira de julho de 1985 jamais será esquecida. Tivemos que cantar com muita força, pois mais de 90 mil estavam contra nós.

Subi aquela rampa sendo caçoado pelos cariocas e desci mais feliz do que nunca. Recordo-me como se fosse agora: logo ao chegar ao Maracanã avistei o caminhão de bombeiros com a faixa escrita: Bangu campeão brasileiro 1985. Quanta pretensão.

Em campo os deuses da bola fizeram justiça: o Coritiba venceu o time da contravenção e se tornou o primeiro Campeão Brasileiro da nova República. O bicheiro Castor de Andrade – patrono do time carioca - nada pode fazer ante a força do clube paranaense.

O Alviverde de Curitiba fez história e sua conquista tinha que ser como foi: no maior estádio do mundo. O jogo do título foi tão importante que começou num mês e terminou em outro. Para que todos parassem para ver tal façanha, ela tinha que vir nos pênaltis.

Foi e pra sempre será inesquecível.

Obrigado Almir (volante), André (lateral), Aragonez (meia), Caxias (zagueiro), Dida (lateral), Édison (ponta), Eliseu (ponta), Gardel (zagueiro), Gérson (goleiro), Gil (ponta), Gomes (zagueiro), Hélcio (lateral), Heraldo (zagueiro), Índio (avante), Jairo (goleiro), Lela (ponta), Marco Aurélio (meia), Marildo (volante), Paulinho (meia), Rafael (goleiro), Toby (meia), Vavá (zagueiro), Vicente (ponta), Zé Carlos (lateral). Técnico: Ênio Andrade.

Pra sempre Obrigado!

Dormindo Líder


É aquela história como diz meu amigo Simão: Serie B é transmissão ruim, campo ruim, juiz ruim, e, claro, jogo ruim. Mas Vila Nova e Coritiba desta sexta-feira foi barra pesada. Pouca criatividade e mais de 60 passes errados em jogadas bisonhas.

O time goiano é primário, merece a última colocação. Mesmo assim o Coritiba teve dificuldade para acertar a meta do limitadíssimo goleiro Max. Bem diferente atuação do colega e adversário Edson Bastos que no salvou outra vez.

E saiu do banco de reservas - numa bola parada - o gol salvador que nos deu três pontos quase que obrigatórios, tamanha fragilidade do adversário. Valeu pela chamada de “Líder” no JG. Pelo que jogou o time do centro-oeste só teremos sustos nesta segundona com o nosso próprio futebol. Fraco, mas ainda melhor do que os adversários.

Ano que vem não será assim.