domingo, 31 de março de 2013
sábado, 30 de março de 2013
Lolla pra Loser
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Pulei esse LollaPalooza por causa do plantão e pela
falta de reais atrativos, como foi o Foo Fighters na última edição.
Claro que Pearl Jam é massa, que o Queens é muito bom....
Pela TV assisti
e gostei muito do show do The Killers, mas não me arrependo de não ter ido. Ao
saber dos relatos de colegas que foram cobrir o evento e de outros amigos que
foram em busca de diversão vi que pela TV foi bem melhor.
Pra variar a infraestrutura não correspondeu.
E o clima não ajudou.
O resultado desse binômio: filas, desorganização, muita
lama e sujeira.
De novo.
E semana que vem tem o The Cure lá no temido Anhembi.
Valha-me Deus!
Separei aqui o relato de dois dos maiores portais do
Brasil sobre o evento. Infelizmente eles comprovam a falta de qualidade nos
serviços prestados ao consumidor que paga preços exorbitantes por uma entrada
nos espetáculos e recebe um péssimo tratamento.
O CERTO E ERRADO do UOL
Acertos
1 Pontualidade das bandas
2 Sinalização
3 Show do The
Killers
4 Kidzapalooza
5 Telões grandes e em maior nº
Erros
1 Retirada e compra de ingressos
2 Som do palco Butantã
3 Lama e mau cheiro
4 Filas nos banheiros e bares
5 Clima: sol forte, chuva e frio
O Terra falou assim:
O que deu certo
Pontualidade - organizadores de festivais -
praticamente todos - acertaram definitivamente em relação aos cronogramas com
as bandas. No Lollapalooza 2013 não foi diferente. Bandas rigorosamente no
palco em seus horários e todos puderam se organizar para assistir aos shows sem
problemas.
Killers - Na terceira passagem pelo Brasil, a banda de
Brandon Flowers apostou nos seus hits e "entrou em campo" com o jogo
praticamente ganho. O grupo de Las Vegas fez um setlist compacto, certeiro e
comprovou que a maior parte do público estava lá para vê-los.
O que deu errado
Lama - A lama se tornou a grande vilã do dia de
abertura do festival. Se em Glastonbury a lama é um grande acontecimento para
os fãs, no Jockey Club atormentou muita gente ao dificultar a movimentação
entre os palcos e criou verdadeiras armadilhas para quem se arriscava a andar
no escuro e acabava com os pés afundados nas gigantes poças que aumentaram ao
longo do dia.
Filas - Setores de alimentação, bebidas e banheiros
sofreram com grandes filas logo no fim da tarde, quando a maior parte do
público se aglomerou. Na entrada dos sanitários femininos, uma garota chegou a
reclamar da espera de 30 minutos e da sujeira: "pensa em um lugar que você
nunca quer ir".
Cake e Flaming Lips - A primeira banda sofreu com o som
baixo e a interferência das batidas da tenda eletrônica que atrapalharam o
áudio na parte final da pista. Já o grupo de Wayne Coyne mostrou uma
apresentação bem menos "festeira" do que o habitual dando um tom mais
introspectivo ao show. Só ganharam o público ao lembrar baladas como Yoshimi
Battles the Pink Robots e Do Your Realize?.
sexta-feira, 29 de março de 2013
Via Verônica Partinski
"Não há homem completo que não tenha viajado muito, que não tenha mudado vinte vezes de vida e de maneira de pensar".
Alphonse de Lamartine
Alphonse de Lamartine
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