O Coritiba vive um estado de graça nestes dias: fez 103
anos no último dia 12, se recuperou na tabela do BR12 e desde ontem curte a
volta do ídolo Alex.
Um craque mundial que escolheu a sua casa para encerrar
a carreira. Dizendo não ao futebol mercantil que impera neste mundo. Recusou propostas
de clubes maiores, elencos mais caros e salário muito superior do que o
Coritiba pôde oferecer.
Alex disse sim ao coração e, por ser exceção, nos orgulha
muito mais.
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Me juntei a milhares de outros orgulhosos coritibanos
pra festa de recepção do nosso menino de ouro. No palco os ídolos do passado esperavam
o craque: Tostão, Ademir Alcântara, Pachequinho e o eterno Krueger deram o tom de
gala na cerimônia.
Nas arquibancadas, público de jogo: cerca de 10 mil
apaixonados estenderam faixas e cantaram hinos de amor ao clube.
Destes tantos escolhi dois personagens: Um nem nasceu
ainda, o Breno que chega logo. A mamãe Patrícia garante ser mais um coxa-branca
no mundo.
O outro é o Rafael Alves, de apenas um mês de vida. Nos
braços do pai, Rodrigo Alves, o menino nem sabia que nascera com grande sorte:
o pai recebeu do ídolo Alex uma camisa autografada de presente: “Essa é uma das
maiores emoções de minha vida. Estar com meu filho estádio Couto Pereira para
receber o Alex e ganhar uma camisa dele é incrível”, disse.
É...o futuro do Coritiba está garantido!
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