O Coritiba vive um estado de graça nestes dias: fez 103
anos no último dia 12, se recuperou na tabela do BR12 e desde ontem curte a
volta do ídolo Alex.
Um craque mundial que escolheu a sua casa para encerrar
a carreira. Dizendo não ao futebol mercantil que impera neste mundo. Recusou propostas
de clubes maiores, elencos mais caros e salário muito superior do que o
Coritiba pôde oferecer.
Alex disse sim ao coração e, por ser exceção, nos orgulha
muito mais.
Por essas e outras todos
os caminhos de minha vida levaram ao Alto da Glória naquela ensolarada e já inesquecível
tarde de 18 de outubro.
Me juntei a milhares de
outros orgulhosos coritibanos pra festa de recepção do nosso menino de ouro. No
palco os ídolos do passado esperavam o craque: Tostão, Ademir Alcântara,
Pachequinho e o eterno Krueger deram o tom de gala na cerimônia.
Nas arquibancadas, público
de jogo: cerca de 10 mil apaixonados estenderam faixas e cantaram hinos de amor
ao clube.
Destes tantos escolhi dois
personagens: Um nem nasceu ainda, o Breno que chega logo. A mamãe Patrícia
garante ser mais um coxa-branca no mundo.
O outro é o Rafael Alves,
de apenas um mês de vida. Nos braços do pai, Rodrigo Alves, o menino nem sabia
que nascera com grande sorte: o pai recebeu do ídolo Alex uma camisa autografada
de presente: “Essa é uma das maiores emoções de minha vida. Estar com meu filho
estádio Couto Pereira para receber o Alex e ganhar uma camisa dele é incrível”,
disse.
É...o futuro do Coritiba
está garantido!
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